quinta-feira, 9 de julho de 2009

कारेंते

Vejo-te na água, na suavidade da brisa.No sol que arde sobre a pele.Queimando como queima meu coração com o amor que sinto.A saudade aperta o peito, da um nó na garganta e eu aqui vivendo sem você.De que adianta ver as estrelas a brilhar.Olhar a lua lá no céu.E observar as ondas no mar.Se tudo perde o encanto natural se não estou com você.Sinto falta do teu cheiro e do teu beijo... Molhado, delicioso.Tuas mãos acariciando-me lentamente.Sinto falta do teu corpo que um dia pode até deixar de ser meu.Mas vai pra sempre me pertencer, de uma maneira só minha.No meu jeito todo especial de te querer!

Desviando de um horizonte igual

Embarco em caminhos tortuosos, cheios de conflitos e prazeres.
Alguns prazeres esquecidos e repentinamente chamados a realidade.
São renovados no mistério que busco em mim.
E em cada descoberta uma surpresa cheia de idealismo, vontade de ir além.
Testando minha capacidade de navegar por novos horizontes.
Cansei de ter uma mente sobrecarregada de palavras sem voz.
Tenho um coração comprometido e que sempre me compromete.
Emanando sentimento, ele tudo sente, dele nada posso esconder.
Minha transparência é um defeito significativo.
Mas não se sinta intimo e nem pense que me conhece por achar previsíveis minhas ações.
A única certeza que posso dá é que travarei uma eterna batalha pela felicidade de todos que amo.
Sou um ser errante desviando meu caminho de um horizonte igual.
Sou comum, imutável e mutante.
Contradições veladas de um ser inconstante.
Não por não saber quem sou, é que procuro as novidades em outros seres além de mim.
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